Os hábitos alimentares dos gatos

Os hábitos alimentares de gatos neofóbicos ou neofílicos.

Lembramos que não há nada tão prejudicial quanto uma dieta estereotipada: muitos indivíduos recusam qualquer alimento que não seja carne fresca, fígado ou croquetes.

Não é bom acreditar nesse capricho; é prejudicial para a saúde do gato, que sabe tirar proveito das fraquezas humanas.

Portanto, aconselhamos a não sermos indulgentes e impor uma nutrição racional, garantindo que a comida seja fresca e em temperatura ambiente (os gatos têm um olfato muito fino).

Certamente chamaremos o veterinário se o gato recusar / tiver alguns problemas, parecer letárgico ou não tiver apetite (lembrando que os gatos no cio geralmente recusam comida para ter uma excelente saúde).

Lembramos que os gatos são carnívoros. Sua dieta é feita de carne ou peixe e, diferentemente dos cães, eles não gostam de carne muito alta.

Eles precisam de uma grande quantidade de proteínas com alto valor biológico e daqueles nutrientes que não conseguem sintetizar.

Os gatos provam pequenas quantidades, dividindo a refeição diária em muitos lanches, várias vezes ao dia.

Como sugerido por sua natureza, como predador que costumava caçar várias vezes ao dia pequenas presas de pequeno valor energético.

Gatos animais ágeis e velozes que realmente gostam de brincar e explorar.

Apesar disso, eles passam quase 90% do dia dormindo, mesmo que seu metabolismo seja muito ativo e, por esse motivo, você precisa alimentá-los com alimentos ricos em proteínas e gorduras.

Deixe sempre uma tigela de água fresca disponível para eles.

Na natureza, os gatos são comedores ocasionais e podem sobreviver por muito tempo sem comida, enquanto não toleram a falta de água.

Para gatos neofílicos, se você estabelecer uma dieta bem equilibrada, é irrelevante se for monótona.

Não apenas não é necessário variar o cardápio (é uma preocupação antropomórfica), pelo contrário, você corre o risco de causar uma resposta de neofilia, o que significa reticência à comida antiga.

Os gatos são animais de rotina e tendem a se tornar neofóbicos em sua nutrição, por isso é aconselhável acostuma-los, pois são pequenos a diferentes tipos de dieta, a fim de evitar que eles não comam o que não é familiar.

Pelo mesmo motivo, é bom distribuir refeições regularmente e lavar as tigelas com um aroma suave (acontece que um gato recusa um alimento que ele sempre comeu só porque você trocou o detergente).

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É um fato inevitável que os smartphones podem  quebrar.

Quando isso acontece, as pessoas querem repará-los, mas geralmente a única opção que eles têm é levar o dispositivo de volta para onde quer que o tenham comprado e o comerciante devolvê-lo ao fabricante.

Esse processo de enviá-lo, repará-lo e enviá-lo de volta pode levar dias, ou até semanas, se a falha for grave.

E isso pode ser frustrante e inconveniente para o proprietário.

Ser capaz de reparar smartphones para pessoas em sua cidade pode oferecer uma ótima oportunidade para iniciar seu próprio negócio ou adicionar um serviço de reparo ao seu negócio existente, se você já trabalha com eletrônicos ou telefones.

 

Tendências e fatos sobre negócios de reparo de smartphones e laptops

1. Quase 52% da população do mundo tem acesso à Internet – menos de 4 BILHÕES de pessoas.

Esses números são fortemente influenciados pela América do Norte e Europa, onde a penetração da Internet é superior a 80% para cada continente.

2. O reparo de smartphones e laptops é um dos principais segmentos da indústria.

O IBISWorld estima a receita anual da indústria de reparo de celulares em US $ 4 bilhões, com uma taxa de crescimento anual de 3%.

3. A SquareTrade, uma empresa que segura smartphones, relata “um telefone celular nos EUA quebra a cada dois segundos”.

A montagem frágil do LCD, a curta duração da bateria e outras peças quebráveis ​​também contribuem para um mercado estável para as oficinas de reparo de smartphones.

O reparo de tablets também está rapidamente ganhando participação de mercado.

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Para poder consertar smartphones, você precisará ter um entendimento profundo dos smartphones, como eles funcionam e todos os seus componentes internos.

Um curso de reparo de smartphone é a melhor maneira de obter esse conhecimento, pois permitirá que você aprenda de maneira estruturada e simples.

Nosso curso de reparo de smartphones é uma série de lições, ministradas por pessoas com conhecimento especializado em reparo de smartphones.

Cada seção cobre uma falha grave que os smartphones provavelmente desenvolverão, mostrando como identificar o problema e como reparar ou substituir as peças defeituosas.

Nosso curso é uma maneira simples e fácil de aprender tudo o que você precisa sobre como os smartphones funcionam e como consertá-los.

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Se você precisar de algum reparo móvel, ou quiser saber mais sobre o assunto, talvez comece a reparar telefones celulares por um pouco de dinheiro extra.

Este site tem as informações de que você precisa

  • Como desmontar e montar diferentes tipos de telefones celulares
  • Identificando diferentes partes dos aparelhos GSM e CDMA
  • Ferramentas usadas para reparar telefones celulares
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  • Trabalho de diferentes partes e CIs
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Gato

  1. Os seres humanos são capazes de muitas proezas: uma delas é passar horas assistindo a vídeos de gatos na internet. Mas cientistas já observaram a vida dos felinos com um olhar bem mais técnico e avançado para tentar entendê-los.

1 – Odores
É possível identificar seu gato de estimação apenas pelo cheiro? Foi isso que o artigo The Discrimination of Cat Odours by Humans, publicado em 2002 pelo periódico Perception, tentou descobrir. Donos de gatos tiveram contato com cobertores “impregnados” com o cheiro de gatos desconhecidos e de seus próprios animais de estimação. Os cientistas pediram que eles cheirassem os cobertores para ver se notavam alguma diferença.

A maioria não conseguiu: só 50% dos donos acertaram, uma quantidade incapaz de comprovar qualquer teoria. Em uma pesquisa parecida, contudo, quase 90% dos donos de cachorros conseguiram reconhecer seus bichos de estimação, talvez pelo fato de que os cães investem menos tempo e energia limpando os próprios pelos, como fazem os gatos.

2 – Caça
A ciência sugere que gatos não são assim tão bons em caçar ratos, mas os morcegos-vampiros (!) podem ser uma presa mais fácil. “Gatos são predadores eficientes de vampiros”, concluiu um estudo de 1994, que seguiu gatos que viviam em áreas rurais da América Latina. A presença de um gato nesses locais pode desencorajar o ataque de morcegos-vampiros a cabras, porcos e vacas. Mas em alguns casos, aparentemente, os gatos esperam o morcego sugar o sangue da vítima — alimentados com sangue, eles não voam com a mesma rapidez — para só depois atacá-los.

3 – Dieta do Garfield
Estudando os fatores que contribuem para a obesidade dos gatos, nutricionistas especializados em animais concluíram que a “negação” dos donos é boa parte do problema. Quando 60 alemães donos de gatos obesos foram entrevistados para um artigo do Journal of Nutrition, em 2006, diferenças entre como eles e os cientistas enxergavam os gatos ficaram claras. Apenas uma pequena porcentagem admitiu que seus animais de estimação estavam acima do peso. “A maioria preferia usar eufemismos como ‘um pouquinho grande’ e não buscava ajudar o animal.” O choque de realidade que os donos de gatos precisavam ter, de acordo com os cientistas, pode ter relação com a frequência que um gato aparece em público e na rua — bem menos do que um cachorro, por exemplo.

 

4 – Álcool
Em 1946, gatos foram alimentados com doses de leite enriquecido com álcool em um experimento polêmico que buscava explorar os efeitos do consumo de álcool em gatos estressados. “Todos ficaram bêbados”, segundo descrição do estudo publicado no periódico Psychosomatic Medicine. Eles logo perderam a coordenação e tiveram problemas para completar tarefas simples, como alcançar a caixa de comida. “Alguns deles demostraram ter preferência por bebidas alcoólicas depois disso”, notaram os cientistas.

5 – Gato autor
Nos anos 70, o cientista Jack H. Hetherington, da Universidade Estadual de Michigan, precisava usar o nome de mais um autor para que pudesse publicar seu artigo na Physycs Review Letters: um jargão científico muito comum utiliza a palavra “nós” como pronome das frases, justamente o que Hetherington fez ao redigir seu trabalho. Para justificar o uso de “nós”, o autor colaborador acabou sendo Chester, seu gato siamês que logo ganhou o respeitado nome de F.D.C. Willard.

6 – Massacre
Os massacres chocantes de um único gato foram catalogados em um estudo de 2007, Dezessete anos de predação por um gato suburbano na Nova Zelândia. O gato doméstico em questão era tão letal que conseguiu erradicar o grupo de coelhos que vivia em seu quintal, disseram os pesquisadores. O dono do “gato delinquente”, Peng You, forneceu todas as informações necessárias para a análise.

7 – A adoração pelos gatos em cafeterias
Um fenômeno recente de “cafeterias de gatos”, onde humanos pagam pela companhia dos felinos, tem sido um presente para os antropólogos. Uma pesquisa reuniu vários relatos de casos curiosos em locais como esse. “O gato aniversariante estava vestido com um pequeno quimono rosa”, conta a pesquisadora Lorraine Plourde em um artigo publicado no periódico Japanese Studies. “Admiradores humanos reuniram-se ao redor do gato para fotografá-lo comendo seu jantar e em seguida distribuíram presentes para o felino.”

8 – Pelúcia
Para um experimento feito em 2012, pesquisadores observaram o que acontece quando gatos encontram um objeto específico: uma coruja de pelúcia com grandes olhos de vidro. Na maioria das vezes ela foi cruelmente atacada.

A vingança veio em um outro estudo, publicado pelo periódico The Journal of Applied Ecology. Dessa vez, os gatos eram de pelúcia e os pássaros foram os voluntários: os pesquisadores posicionaram os brinquedos perto de ninhos de pássaros selvagens e observaram suas reações agressivas. Os animais ficaram tão perturbados que até diminuíram a coleta de alimentos, o que poderia ameaçar suas chances de sobrevivência.

9 – O que fazem quando não estamos vendo
Um artigo publicado em 2005 tentou responder à pergunta universal: o que os gatos fazem o dia todo? Os autores identificaram várias fontes de diversão para os felinos, como brincar com esponjas, dormir em torradeiras e encarar uma variedade enorme de coisas — alpacas, estacionamentos, flocos de neve e o sol, por exemplo. Mas uma atividade popular entre muitos deles foi a mais curiosa: olhar para o nada.